Nós somos mesmo unicos e diferentes. Os outros andam algures pelo centro da Europa. Treinam duas vezes por dia. expoem-se apenas o necessário para satisfazer os apetites minimos dos média. Fazem jogos treinos em bom ritmo. Preocupam-se em testar soluções de jogo.
Nós andamos a comer com vários membros do governo, estamos a curtir 30 graus de temperatura, somos recebidos em apoteose nos municipios.Jogamos mal nos jogos treinos, insistimos nos mesmos modelos de jogo. Até parece que estamos a fazer a ronda dos vencedores.
Vi partes do jogo Croácia - Irão. Fiquei preocupado. Como dizia o meu pai com a provecta sabedoria dos quase 80 anos de vida: "os iranianos afinal jogam à bola. Sabem o que fazer em campo. Ó Emídio, não foram estes que nos despacharam nos Jogos Olímpicos?"
Preparar é também estudar.É elevar níveis de concentração. É antecipar dificuldades. Tenho confiança que apesar de toda a festa que anda por aí, alguém tenha juízo e não se esqueça disto!!!
31 de Maio de 2006Autor: Emídio Guerreiro
Já me envolvi completamente no mundo do futebol, mais precisamente no Mundial. Quer dizer, tentei envolver-me no Sub21, mas como isto de me envolver não é com duas tretas e demoro o meu tempo, quando estava quase quase a conseguir, os moços foram à vida. Tudo bem. E a vida continua. Mas como ia dizendo, o mundial já cá vai ficando entranhado: coloquei uma bandeirinha de Portugal no carro, um cachecol por cima do tablier, na varanda da minha casa mais uma bandeira, leio os jornais desportivos e, assim que vejo alguém, a primeira abordagem é versando a temática do futebol. Estou tão bem encaminhada que até admirei a fulana gira que o Pedro Duarte colocou quando os nossos ‘piquenos’ perderam o primeiro jogo e a que chamou “Apontamento Machista”. Só não percebo porque não colocou mais. A esta altura já tínhamos, pelo menos, três beldades semi-vestidas. Bem, a verdade é que apreciei a moça. Olhei ao pormenor e até liguei para uns amigos a comentar os atributos. Estou mais ou menos com espírito desportivo. No entanto, aquele jogo a brincar com Cabo Verde deixou-me apreensiva. Ganhamos, é verdade. O jogo teve três intervalos e no meu estudo ainda recente, pensei que jogo que é jogo, tem um intervalo. Depois o nosso seleccionador, face à pergunta qual o melhor jogador em campo, diz que foram as dez mil pessoas que estavam nas bancadas??!! Pensei: este senhor saberá o que está a fazer? Naquele momento deitei as mãos ao céu e agradeci a todos os santinhos não ter ido a Évora. Caso contrário, o Mister poderia olhar para mim nas bancadas e ainda era convocada para a selecção. E como sabem, adepta ainda posso ser, ter bandeiras por todo o lado também, ficar consolada com umas moçoilas bem feitas quando se perde um jogo, vai que não vai, mas jogar é coisa que, por mais que me peçam, jamais farei.
31 de Maio de 2006Autor: Carla Rocha
Comentar o modo como se prepara a participação num desporto colectivo para uma grande competição internacional é matéria de especialistas, pelo que tudo quanto se possa dizer ou escrever tem essa condicionante e deve ser feito com prudência. Não somos especialistas.Mas existe um princípio geral que quem acompanha estas matérias não ignora: só se joga o que se treina pelo que se deve treinar como se pretende jogar. A literatura do treino desportivo aborda abundantemente este principio que o Jorge Araújo em muitos dos seus livros trata tomando como exemplo o basquetebol, e que o José Mourinho igualmente pratica de acordo com literatura recentemente publicada.
Vem tudo isto a propósito da opção de, a seguir a uma época desportiva desgastante, se ter escolhido para início de preparação um local com elevadas temperaturas. As adaptações orgânicas são complexas e vão ser subitamente alteradas pela mudança de local onde a preparação vai continuar. Não teria sido preferível escolher um local de preparação/adaptação próximo das condições que a equipa vai encontrar na Alemanha? O que se fez não está em contradição com tudo o que um razoável fisiologista aconselharia?
É certo que, tal facto, em nada determina o resultado da competição. O problema é o de saber se tudo é feito no sentido de ter a equipa, após uma época pesada, nas melhores condições competitivas.O estágio em Évora,financeiramente, foi bom para a Federação.Espera-se que o seja também desportivamente
31 de Maio de 2006Autor: José M. Constantino
O estágio preparatório para o Mundial é de uma importância crucial.
É aí o momento de juntar os jogadores, treinar as tácticas e rotinas de jogo, incentivando o espírito de equipa.
Como é possível que num estágio onde os jogadores deveriam estar plenamente concentrados na sua preparação, no Mundial, têm de, durante a manhã de hoje, visitar a Câmara Municipal de Évora e jantar com O Primeiro-Ministro?
Não tenho nada contra o facto de o Primeiro-Ministro visitar a selecção e jantar com os Jogadores…
Mas já lá não tinha estado, a jantar, o Secretário de Estado da Juventude?
Não podiam ter concentrado tudo num dia? O Primeiro-Ministro e o Secretário de Estado?
Acho que é falta de respeito pela Selecção da parte do Governo…
E já agora por parte da Federação, que deveria "proteger" melhor a nossa Selecção.
Haja respeito!
31 de Maio de 2006Autor: Sérgio Vieira
A febre do futebol já chegou. No Reino Unido, sete em cada dez homens põe a hipótese de faltar ao trabalho para ver os jogos do campeonato. E em Portugal como vai ser?
Aqui ficão alguns exemplos:
- a Xerox Portugal vai parar sempre que os escolhidos de Scolari entrarem em campo, transformando o auditório em "mini-estádio"
- a Ericsson Portugal vai acompanhar os jogos, todos os colaboradores receberam uma camisola da nossa selecção
- na Wurth os jogos de Portugal vão ser vistos num auditório com capacidade para 200 pessoas
- na Toshiba, alguns colaboradores vão mesmo estar na Alemanha
- o Banco Itaú, originário do Brasil, os escritórios nas Amoreiras param para ver os jogos
Já agora, no Brasil o banco central autorizou este mês as instituições bancárias do país a encerrarem ao público durante as horas em que decorram os jogos da selecção brasileira de futebol, estas alterações dos horários de funcionamento serão anunciadas ao público com dois dias de antecedência.
Na Inglaterra não vai ser permitido o consumo de álcool nas instalações das empresas durante os jogos.
A paixão do futebol….
31 de Maio de 2006Autor: Hermínio Loureiro
No passado dia 25 já aqui escrevi sobre os jantares da nossa selecção. Foi o dia de Laurentino Dias jantar em Évora. Jantar diga-se um pouco atribulado relativamente à presença de jornalistas para presenciarem o repasto. Perguntava então para quando a presença do primeiro-ministro, pois já era conhecida a deslocação ao Presidente da República no dia 01 de Junho.
Verifico após consulta ao Portal do Governo e em FPF que o primeiro-ministro janta hoje no Convento de Espinheiro pelas 20h15m (directos nos telejornais).
Isto significa mais uma vez a cuidadosa gestão da agenda, do governo e não da selecção. O Governo já em 25 de Maio jantou com a selecção, hoje vamos assistir ao 3ºacto, pois o 2º acto foi a presença da Governadora Civil na cerimónia da parte da manhã.
Não quero acreditar que Scolari e companhia estejam a gostar deste, permitam o termo, abuso.
Apetece dizer, joguem à bola e já agora não se esqueçam que vamos disputar e não desfilar na Alemanha.
30 de Maio de 2006Autor: Hermínio Loureiro
O presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso e o primeiro-ministro José Sócrates vão asssitir ao Angola-Portugal. Este jogo de estreia da nossa selecção promete ser para além de um jogo de futebol um verdadeiro palco de relacionamento lusófono.
Este jogo vai ser vivido com grande intensidade pela relação fraterna e amiga entre os dois países.
A presença de Sócrates e Durão Barroso demonstra bem a relevância do futebol num contexto global. É aguardada com expectativa a indicação da comitiva Angolana, mas não me engano muito se na Alemanha estiverem reunidas as condições para uma cimeira ao mais alto nivel com supervisão da Comissão Europeia.
A festa do futebol, em português.
30 de Maio de 2006Autor: Hermínio Loureiro
O México já está a jogar ao ataque.
Inés Sains, apresentadora de uma televisão mexicana, quase fez parar o treino, além de relegar os jogadores portugueses para segundo plano. Esta presença não passou despercebida a ninguém.
A apresentadora do programa desportivo "Deportips", destacou Figo e Deco como os jogadores que os mexicanos mais temem. Sobre Cristiano Ronaldo confessou que é um jogador muito querido pelas meninas do seu país.
Será que a jornalista está em Portugal para destabilizar?
30 de Maio de 2006Autor: Hermínio Loureiro
Sem nos apercebermos somos permanentemente prisioneiros de uma lógica de pensamento único quando se trata de avaliar uma participação desportiva nacional no contexto de uma grande competição internacional como o é um campeonato do mundo de futebol. A pressão é tanta e o condicionamento mediático tão hegemónico que quem não alinha pela ortodoxia dominante quase tem de se justificar ou pedir desculpa. Um golpe de asa publicitário de uma cadeia de televisão e de um grupo bancário, com o apoio logístico, material e financeiro da administração pública em torno da bandeira nacional é visto como se tratasse de uma acto de generosidade e fulgor patrióticos. A arrogância de um seleccionador é apreciada como sinal de carisma e de liderança. E um município endividado que compra a presença da selecção de futebol no seu território um acto que “enche de orgulho os alentejanos”.
Este país não é o mesmo país que em 1945 recebia com alegria
em pleno Estádio Nacional o panfleto mandado distribuir por Salazar “O que nós queremos é futebol”.Há muita diferença desde logo o de se poder ter a liberdade de exercer uma acção critica. Mas existe alguma similitude na matriz cultural que, em torno de um grande eventos desportivo, oculta as condições concretas em que decorre e descontextualiza o respectivo modo de produção. Talvez fosse de voltar a Hegel e à sua crítica da alienação. Sei que o tema não é cómodo mas é a liberdade de pensar o que também se joga no modo como se aprecia e interpreta este Mundial. Para além dos golos, dos resultados e do vencedor.
30 de Maio de 2006Autor: José M. Constantino
Acabou a festa. Gostei de assistir ao jogo com a Alemanha. O ambiente estva como o tempo, ou seja a escaldar!
Desde cedo se percebeu que não iríamos marcar os três golos. Foi pena pois os adeptos mereciam mais.
Uma reflexão:
O chefe, é o chefe dos bons, dos maus ou de todos os momentos???
Já fui muitas vezes chefe ao longo da minha vida. E se ainda hoje vou sendo chefe de algo, com pretensões a chefiar cada vez mais responsabilidades, devo-o ao facto de ter estado, de estar, nos bons e nos maus momentos!!!
Gosto do Agostinho Oliveira. Foi meu professor de História no então 2º ano de ciclo. Ao tempo e para além de professor era o presidente do sindicato dos jogadores de futebol. É provável que ele não se recorde de mim. O certo é que me recordo bem dele. Era um belissímo professor de História, com muita paciência e que em pleno PREC se preocupava mais em ensinar que andar em reboliços. Marcou e bem os alunos da época. E eu ainda hoje gosto de História e penso que este é o maior elogio que um Professor pode ter.
Sempre apreciei o seu trabalho nas camadas jovens, afinal o prolongamento do jeito que revelava com os alunos. Fiquei triste com o episódio Scolari. Torci imenso pelo sucesso da selecção pois senti que ele precisava dele. Todos nós somos um pouco de Agostinho Oliveira: sérios, humildes e muitas vezes menosprezados por quem decide e por alguns dos que nos rodeiam. Até por isso foi pena falhar a qualificação para as meias finais.
Espero bem que Madail e Cia não se deixem tolher pelo chefe e reconduzam Agostinho no comando da sub 21. Afinal, e apesar de tudo, o saldo continua a ser positivo. Faltou mesmo é maturidade nas cabecinhas de alguns jogadores que não estiveram à altura das nossas expectativas.
Ao meu velho mestre de História um abraço sentido!
30 de Maio de 2006Autor: Emídio Guerreiro
O que leva o tal homem «simples, sério e trabalhador» de que fala José M. Constantino a avaliar publicamente e de forma negativa, o desempenho de Ricardo Quaresma? E se os jogadores começarem a avaliar publicamente Agostinho Oliveira? E se começarem a dizer que ao olharem para o banco, durante os jogos, a pose do seleccionador pareceu mais de adepto desesperado do que técnico competente. É verdade, amigo José M. Constantino, que Agostinho Oliveira viveu sempre atrás de outros. Agora parece que quer esconder-se atrás de Quaresma. É o hábito.
29 de Maio de 2006Autor: Tiago Craveiro
Agostinho Oliveira é um homem simples, sério e trabalhador mas que nunca conseguiu afirmar-se por si próprio. Viveu sempre numa hierarquia de importância atrás de outros. Quando as coisas corriam bem era uma vitória do colectivo. Quando correm mal é culpa própria .A vida nem sempre é justa mas é assim. Por vezes é mesmo cruel.
Se tivesse lido bem o que tinha pela frente não tinha dito o que disse, escassos dias antes do Europeu. Mas ao ser deixado só pelo presidente da Federação e enxovalhado publicamente por Scolari - naquele estilo de coronel sul americano que faz as delícias do Professor Marcelo - só tinha uma saída : regressar imediatamente a casa. Não é que não tivesse razão no que dizia – Scolari nunca ligou ás restantes selecções - mas deixou de ter condições de respeito e de confiança por quem se assumia como o responsável e que sempre o tratou como um criado.E Agostinho aceitou como o têm aceite os restantes membros da equipa técnica que não pertencem ao clã brasileiro. Resta-lhe, se tiver arte e engenho suficientes, lembrar que quem primeiro deve assumir a derrota é precisamente aquele que publicamente veio dizer ser o responsável por todas as selecções.
29 de Maio de 2006Autor: José M. Constantino
Desilusão é a palavra certa para descrever a nossa caminhada no Euro Sub/21…
Depois de dez jogos, sempre a ganhar, com o Torneio a realizar-se em Portugal, a nossa prestação foi de uma mediocridade enorme.
Tanta esperança em torno desta Selecção, e, perdemos os dois primeiros jogos e, em três jogos, só marcamos um golo…
É mau demais.
Ao menos que sirva para que, rumo ao Mundial cada vez mais próximo, lá cheguemos, sem euforias e demasiada auto-confiança…
Mas com o sonho dentro de nós!
28 de Maio de 2006Autor: Sérgio Vieira
Apesar da vitória sofrida frente a Alemanha, no Europeu Sub21, não vamos seguir em frente.
Essa situação faz-me pensar em algo paralelo que não tem a ver com futebol, mas sim com o País. Há quem diga que a crise económica que nos vivemos será mais facilmente ultrapassada quando a Alemanha começar a ter um crescimento mais sustentado.
Infelizmente, tal como aconteceu, hoje, com esta “vitória de Pirro”, nada de mais errado: o crescimento da economia alemã não vai ajudar Portugal a sair da crise, como a vitória magra que alcançámos não nos levou às meias-finais.
A moral desta história é simples: confiar o nosso destino na sorte alheia é muito perigoso.
O que é importante é apostarmos, de forma inequívoca, nas nossas capacidades e nas nossas competências (quando as temos). Tudo o resto é pior do que jogar no Euromilhões!…
28 de Maio de 2006Autor: Agostinho Branquinho
É por demais evidente que os portugueses gostam bem mais de “fazer contas” do que “prestar contas”. E isso repercute-se aos mais diversos níveis da nossa vida em sociedade.
No que ao futebol concerne, raramente avaliamos o que de mal fazemos e, quase sempre, andamos com a calculadora no bolso a tentar perceber o que é preciso corrigir para não deixarmos de atingir um qualquer objectivo, por mais singelo que seja.
Vem, isto a propósito da péssima campanha que os Sub21 estão a fazer no Europeu que está a realizar-se no nosso país. Hoje, uma vez mais, lá estaremos a fazer contas a ver se um qualquer milagre nos permite continuar em prova.
Mas, a bem da verdade, o jogo treino de ontem da selecção principal não nos deixa muito descansados. Para evitarmos trabalhos extras, não é mau guardarmos, bem guardada, a calculadora, durante as próximas semanas …
28 de Maio de 2006Autor: Agostinho Branquinho
Não dou grande importância a jogos de preparação, ainda por cima, tão perto do Mundial…
Seria suposto a Selecção revelar a sua tática? O seu onze inicial? As suas rotinas, treinadas, todos os dias?
Claro que não!
O Mundial joga-se na Alemanha.
Aliás, seguindo o pensamento do Emidío Guerreiro, o que me preocupa, são eventuais lesões…
Mas, é devida uma palavra a Cabo-Verde, que, de forma muito correcta, puxou pelos nossos rapazes. Boa e correcta actuação! Às tantas representariam melhor África, do que outras Selecções que lá estão, no Mundial. É a Vida…
Outra palavra para Évora, que, tão bem, tem acolhido a Nossa Selecção.
E, a última, para Pauleta, esse Grande Atacante. Que não marcou nenhum golo no Euro….Mas arrasou neste jogo, como em outros…
Porque, todos Nós, Pauleta, queremos a devida compensação no Mundial!!
Força Pauleta!!!
28 de Maio de 2006Autor: Sérgio Vieira
Portugal venceu Cabo Verde. 4-1 foi o resultado final. Os golos foram todos apontados por jogadores portugueses.
Destaco os três golos de Pauleta, Petit e Meira (pb) marcaram os restantes.
Este foi o primeiro teste na preparação para o Mundial.
Um representante de Angola assistiu em Évora ao jogo e disse: "…se Portugal jogar assim Angola vai ter muitas hipóteses".
Casa cheia, alegria, festa ajudaram ao ambiente que desejamos para a nossa selecção.
28 de Maio de 2006Autor: Hermínio Loureiro
Hoje os meninos de Scolari ( e nossos!) têm um primeiro treino a doer. Já não haverá jogadores do Lusitano de Évora nem peladinhas. Hoje o adversário é Cabo Verde. O que podemos esperar deste jogo? Não faltarão caboverdianos a querer dar nas vistas para novos contratos. Se assim for que o façam jogando e não como fizeram os angolanos há algum tempo atrás! Se for para dar porrada o melhor é terminar o jogo logo!!!
É impensável correr riscos neste momento. Imaginem o Deco, o Ronaldo e outras peças fundamentais a lesionarem-se logo ao final da tarde…seria uma catástrofe que em nada nem a ninguém aproveitaria.
Quem deciciu este jogo deve ter pensado nisto. Não queremos facilidades mas queremos que haja bom senso e muito juizinho!!!
27 de Maio de 2006Autor: Emídio Guerreiro
Afinal enganei-me! Perdemos 1-0 com a Sérvia e 1-0 com o Montenegro.
Foi pena. Em vez de vencer duas nações num só jogo perdemos dois jogos num. Parabéns aos vencedores que estiveram mais concentrados e foram mais eficazes.
No domingo vou ver o Portugal - Alemanha com vontade de ver pelo menos um golo…
Coisa estranha neste euro sub-21 e sobretudo nesta fase foi que ainda não ouvi o "chefe" Scolari a dizer seja o que for. Talvez seja distração minha pois não estive muito atento aos comentários e analises pós-jogo. Se já disse algo fez bem. Não basta afirmar a chefia e depois "esquecer-se". Se ainda nada disse, é preciso perguntar…
O pior de tudo é que o sonho foi-se e esta participação abre preocupações para o Mundial. Ontem a ver o jogo recordei-me de 2002 e fiquei angustiado. Esta angustia irá perdurar até ao jogo com Angola…
26 de Maio de 2006Autor: Emídio Guerreiro
Ponto prévio: estou mais que de acordo com o Pedro José Mourinho Duarte na análise ao seleccionador Scolari. Psicologicamente muito bom, tecnicamente medíocre. Acrescento ainda que não aprecio a sua postura pública. Feita esta ressalva, é justo reconhecer que o comportamento em campo da nossa selecção de sub-21 só tem dado razão a scolari. Agostinho ali tem demasiado estrelato para pouca equipa. O resultado tem-se visto. Feita a observação relembro só que foi Scolari que lembrou há dias que era "o chefe da sub-21". Ora adivinhem quem vai ficar com as culpas se a selecção ficar já pelo caminho?
26 de Maio de 2006Autor: Tiago Craveiro
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