O MUNDIAL (TAMBÉM SE VIVE) NO FEMININO
A pouco menos de um mês para o início do Mundial da Alemanha começa-se já a fazer sentir a vibração colectiva de apoio à Selecção Portuguesa. Esta união nacional que tão bem acompanhou o Euro 2004 prepara-se novamente para entrar em campo. Homens e mulheres com as emoções ao rubro multiplicam o entusiasmo vivido nas quatro linhas.
É, também, o que me proponho aqui fazer, aproveitando para agradecer o convite do Hermínio Loureiro. Pessoalmente, gosto de futebol q.b. O suficiente para ser sportinguista desde sempre e com forte convicção. Sempre senti que me interesso mais pela modalidade do que aquilo que era espectável, dada a minha condição de mulher. Por isso, muito me satisfaz assistir a uma participação crescente e mais activa também do sector feminino que, de forma descomplexada, manifesta o apoio à Selecção no estádio ou fora dele. Não sendo nada de extraordinário para a construção de uma sociedade mais equilibrada é uma evolução, mesmo quando se trata apenas de entretenimento. É um progresso que considero digno de nota que vai para além da iniciativa “A bandeira mais bela do mundo”.
As portuguesas sentem-se convocadas para o Mundial!
E, apesar de entretenimento, este é um fenómeno que junta pessoas, suscita debates, promove a opinião e o espírito crítico, fomenta a dinâmica social.
O desafio, de apoio à Selecção Nacional, lançado em 2004 veio para ficar!
Verdade seja dita, a Selecção une o que mais nada nem ninguém consegue unir…
Até já!
Adicionar comentário 15 de May de 2006Autor: Ana Zita Gomes

