No jogo de preparação, hoje, retive duas questões.
Como já afirmei, num post anterior, não dou grande importância a estes jogos de preparação…
Mas contra o Luxemburgo, fiquei com a certeza de que podemos contar com Luís Figo.
Em grande forma fisica, com fome de bola, com alegria de jogar, a mandar verdadeiramente na Selecção! O verdadeiro Capitão.
Esteve bem, muito bem, Luís Figo hoje. Promete um grande Mundial.
Quanto a Cristiano Ronaldo, começo a ter muitas dúvidas…
É inegável que é um dos grandes jogadores que estarão presentes no Mundial, mas a sua atitude hoje, como sucedeu com Cabo Verde, a repetir-se num jogo do Mundial, pode comprometer toda a Selecção…
Julgo que está será a grande dúvida de Scolari…
Deverá ele jogar, ou não, no onze inicial?
Não é fácil. Eu confesso, tenho muitas dúvidas…
03 de Junho de 2006Autor: Sérgio Vieira
Naquele que foi o último jogo treino antes do início da nossa participação oficial no Mundial, Portugal venceu, merecidamente, a medíocre selecção do Luxemburgo.
Porém, o que me ficou mais na retina, foi, de novo, alguma instabilidade psicológica (o que provoca toda aquela agressividade negativa) do Cristiano Ronaldo. Isso, infelizmente, não augura nada de bom, no que se refere ao seu comportamento neste Mundial e, consequentemente, no que isso implica na sua prestação como um dos jogadores mais importantes da nossa selecção.
Aqui está uma boa questão para se avaliar as capacidades de liderança do nosso seleccionador nacional.
03 de Junho de 2006Autor: Agostinho Branquinho
O "Diário de Notícias” publicou, recentemente, uma sondagem de acordo com a qual 78% dos portugueses consideram “Bom/Muito Bom” o desempenho de Scolari como seleccionador nacional. Julgo que nenhum Presidente da República, mesmo nos seus melhores momentos de popularidade, foi julgado de forma tão positiva pelos portugueses.
Mas, a questão que se coloca é ter em linha de conta a diferença que vai entre as sondagens e a realidade. Aquelas medem sobretudo expectativas (as quais nem sempre se concretizam).
A ser assim, os portugueses colocaram bem alto o patamar da esperança. Oxalá que tudo corra bem, mas – correndo o risco de ser visto como um “chato” - gostaria de lembrar aquele pensamento segundo o qual “não se devem pôr todos os ovos no mesmo cesto”.
03 de Junho de 2006Autor: Agostinho Branquinho