0,33
À média de 0,33 golos por cada ponto conquistado, concordo com Agostinho Branquinho, foi um Portugal de serviços mínimos, muito parecido com a Inglaterra. Não, Pedro Duarte, ficou claro que não havia um plano B e que Deco, mesmo quando parece jogar mal, é imprescindível. Vamos à análise. Ricardo sem trabalho, fez uma defesa digna do nome; Miguel foi intermitente; Ricardo Carvalho, seguro, mas por vezes pareceu de cérebro parado; Meira foi irrepreensível; Nuno Valente subiu muito, mas quase sempre lento; Simão passeou as tatuagens; Tiago mostrou a falta de rodagem neste clube Scolari; Petit cheio de força mas claramente abaixo do habitual; Figo foi o carregador da equipa, um luxo de que não estava à espera e uma lição para todos; Cristiano Ronaldo esteve mais nervoso do que devia, mas ensaiou alguns passes enquanto o deixaram, depois foi perdendo discernimento e foi bem substituído; Pauleta fez um golo. A entrada de Costinha resultou, a de Maniche não.
Fica-me esta pergunta? Por que razão não terá entrado Luís Boa Morte?
12 de Junho de 2006 pelas 09:37Autor: Tiago Craveiro
Arquivado em: Mundial


2 comentários Adicionar agora
1. João | 12 de Junho de 2006 pelas 13:46
Três perguntas.
Quem fez aquele passe fenomenal que isolou o Pauleta aos 14 segundos?
Quem andou a fazer fosquinhas o jogo todo e a perder a bola infantilmente por exagero de dribles?
Então porquê martirizar o Simão e elogiar o Cristiano Ronaldo?
2. Jorge Melo | 12 de Junho de 2006 pelas 17:35
O título fez-me lembrar a Carla Rocha. Eu explico.
o,33cl = cerveja; creveja=tuborg+boémia; as preferidas de Carla Rocha, a tal grade que fez companhia durante o Portugal/Angola.
A Carla Rocha, ainda n disse nada (rescaldo)….está de ressaca?
Desculpa Tiago…concordo e aprecio os teus textos.
Deixe o seu comentário
Código HTML permitido:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <code> <em> <i> <strike> <strong>