Fui feliz!
“Fui feliz”, disse com modéstia Ricardo. Uma felicidade que conseguiu que Portugal passasse às meias finais do Mundial de futebol. E fazer esquecer que dois colegas seus falharam a marcação de grandes penalidades. Mas o que a história do mundial vai registar é o seu feito e o que ele permitiu em termos competitivos a Portugal. Não a infelicidade ou aselhice dos seus dois colegas. Prova que o registo sobre um acontecimento não é uma simples reprodução da realidade mas o que o dela seleccionamos como socialmente relevante num determinado contexto.
2 comentários 03 de July de 2006Autor: José M. Constantino

