PERDER NEM A FEIJÕES
Para mim não é indiferente quem ganha o jogo de amanhã: quero e vou “torcer” para que seja a selecção portuguesa. Não venham cá com “tretas” que, até a brincar, temos que lutar por ganhar.
Já agora, não resisto a comentar uma ideia que perpassa em alguns post e com a qual estou inteiramente de acordo: a dimensão e a qualidade do nosso futebol e da indústria a ele associada exigem, imperiosamente, novos protagonistas.
Aliás, penso mesmo que se queremos continuar na primeira linha do futebol europeu e mundial isso terá, necessariamente, que acontecer. É um excelente peditório para se dar!
07 de Julho de 2006 pelas 17:08Autor: Agostinho Branquinho
Arquivado em: Mundial


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